Luciano Huck estampa a capa da RG Vogue deste mês. Clicado pelo renomado fotógrafo Maurício Nahas de terno e gravata (na capa usa look Ricardo Almeida e gravata Louis Vuitton ao lado de dois belos dobermans pretos), o apresentador comemora a chegada de seus 15 anos de carreira na tevê: “Não sou um showman, que sobe no palco e começa a sapatear, tocar bongô, cantar...Sou uma colcha de retalho de informações, vou pegando na vida as coisas que acho legal, tentando formar a minha opinião e contribuir para o mundo ficar mais divertido e interessante." No site RG Vogue (http://www.rgvogue.com.br), é possível ver fotos inéditas do ensaio.
Na entrevista, Luciano Huck diz que está mais maduro. Mesmo calmo e tranquilo, ele não deixa a ação social de lado, através do seu ‘Instituto Criar’, formado há cinco anos e que já formou mais de 700 jovens carentes nas áreas técnicas do universo audiovisual. “O que transforma um país mesmo é a educação, mas claro que a TV pode ajudar”, confessa.
Ele também comentou o bem sucedido casamento com Angélica, que já lhe rendeu dois filhos. “Foi um encontro de almas. Parece que sempre estivemos juntos. Temos cumplicidade, paixão, amizade, admiração e tesão”. Sua mãe, Martha Grostein, assina embaixo “O casamento e os filhos fizeram dele uma pessoa mais madura e sossegada”, analisa.
Luciano ainda fala sobre a programação da TV brasileira:“Gosto do Pânico, que é a cara do Emílio Surita, aquele humor anárquico, doido, mas que se renova menos... Já o CQC está incrível. Eles têm a vantagem de fazer uso de um formato argentino já consolidado, mas os caras são bons mesmo. Ninguém fazia essa crônica política que eles estão fazendo”, reflete o apresentador.
Polêmico, não deixa suas opiniões de lado, seja em seu programa ou mesmo na rede social Twitter, onde tem quase 500 mil seguidores. “Minhas convicções mais recentes são meio polêmicas, por isso não falo muito, pois ainda estou estudando... Mas acredito que temos de fazer um projeto sério no Brasil de tributação de herança. Trata-se de taxar uma porcentagem das heranças e, se a pessoa não gastar em vida com o social, com museus, hospitais, universidades, esse dinheiro vai pro governo exatamente para essa finalidade”, arrisca ele, que circula por pessoas que provavelmente não vão gostar muito da ideia. Questiona a bondade de Bill Gates “Ou você acha que o Bill Gates doa bilhões porque ele é bonzinho?”
fonte:Buxixo
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário